A União das Populações de Angola (Upa) desencadeia os primeiros ataques às fazendas e vilas coloniais do Norte de Angola.
A manutenção do regime colonial do governo de Lisboa estava a ser diplomaticamente atacada nos areópagos internacionais. Por exemplo, a 10 de Março’1961 a questão de Angola é inscrita na Ordem do Dia do Conselho de Segurança.
A 15, a UPA inicia no Norte de Angola uma rebelião contra colonos portugueses e algumas populações locais, causando centenas de vítimas.
Moção do Conselho de Segurança da ONU a condenar a situação em Angola é votada pelos Estados Unidos e União Soviética, o que acontece pela primeira vez.
O primeiro comunicado oficial sobre os acontecimentos do Norte de Angola surge apenas no dia 17.
No entanto, outros massacres houve antes, como recorda Diana Andringa,
“Os massacres levados a cabo pela UPA, a 15 de Março de 1961, sobre colonos portugueses e angolanos que com estes trabalhavam, levam muitas vezes a esquecer outros massacres – os que em Luanda se seguiram ao ataque às prisões de 4 de Fevereiro”[…]. Caminhos da memória, Angola - 4 de Fevereiro de 1961 aqui
Hoje dia de evocação
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